Demorei o meu tempo a apreciar o momento... Sabes o quanto
gosto de observar-te sem roupa a cobrir o teu corpo, na minha frente enquanto visualizo o que te vou fazer.
A imagem formou-se na minha cabeça e as minhas mãos começaram a pintar o quadro
na tela vazia que és na minha ausência.
Amarrei-te lentamente, fazendo as cordas roçar a tua pele de
maneira a que deixassem rasto. Traços visíveis entre tantos outros ocultos mas tão presentes em ti...
A cada puxadela senti-te respirar fundo e a cada aperto um
leve gemido escapava da tua boca. O ruído que emitias aumentava o volume e apenas uma
deliciosa dúvida ocupava a minha mente, uma dúvida tão simples como qual seria
a melhor maneira de te silenciar, mas como adoro ouvir-te...
Terminei o reverse hog tie e puxei pela corda, a argola
estava já colocada e apesar de alguma força ser necessária não me foi dificil
elevar-te e deixar o teu rosto à altura certa.
Assegurei-me que estava bem preso e ao mesmo tempo fácil de libertar-te caso fosse necessário e virei-te costas. Sei que tentaste seguir-me
com o olhar mas as cordas e os lenços que te prendiam os cabelos e o rosto não
te permitiram fazê-lo, ficaste apenas com o som dos meus saltos a afastarem-se
pelo mosaico fora até ao fundo da sala.

Retirei de dentro da mala as molas ligadas por uma corrente,
prendi-lhes os pesos que cuidadosamente escolhi e mais uma mola também com uma
corrente ligada. Retirei também três velas com as minhas cores preferidas, preta, vermelha e branca.
Quando me encaminhei de volta para ti ouvi a tua respiração mais uma vez alterar-se e deliciei-me. Comecei por colocar as deliciosas molas nos teus mamilos e o ar faltou-te apenas para voltar com mais um gemido. Coloquei o primeiro peso e a tua expressão de dor apenas me aguçou mais o desejo de te magoar com tamanhas doces torturas. Contornei-te e coloquei a terceira mola no teu sexo, sorri enquanto o fazia e examinava a reacção do teu corpo ao meu toque, à minha presença. Sorri sadicamente quando prendi a extremidade da terceira mola com a corrente ao peso´que já por ti puxava e acrescentei mais dois... Sim... A tensão provocada pelo peso fez-te gemer cada vez mais, o limiar da dor e prazer quase indistinto.
Segredei-te ao ouvido palavras que arrancariam uma bofetada a qualquer outra pessoa, mas não a ti... Tu gostas quando te trato assim, como se fosses nada, porque és nada quando não estou a teu lado, não existes, não sentes, és apenas uma sombra quando te ignoro.
Optei pela cera... Optei por deixar os meus instintos mais sanguinários afastados. Quero magoar-te mas sem sangue por esta vez. Não te quis para prazer carnal e sei que se visse uma das belas gotas escorrer-te pela pele, não iria resistir a essa parte animalesca e primitiva de mim.
Deixei as gotas quentes escorrer-te pela carne, deixei-as formar um estranho candelabro em conjunto com o teu corpo. Senti-te estremecer a cada gota e choramingar quando se tornou mais doloroso. Peguei-te no queixo, olhei-te nos olhos e foi suficiente.
Sabes que detesto exagero e sei quando te queixas mais do que realmente sofres...
Admirei o que criei e isso satisfez-me, foste o que esperava.
Soltei-te, tratei de ti, beijaste-me os pés e repousaste enquanto guardava os meus amados utensílios.
Observei-te uma vez mais...
No ar tranquilo do teu sono vi toda a inspiração que preciso.
Minha tela que crio e destruo a cada toque das minhas mãos.
Quando me encaminhei de volta para ti ouvi a tua respiração mais uma vez alterar-se e deliciei-me. Comecei por colocar as deliciosas molas nos teus mamilos e o ar faltou-te apenas para voltar com mais um gemido. Coloquei o primeiro peso e a tua expressão de dor apenas me aguçou mais o desejo de te magoar com tamanhas doces torturas. Contornei-te e coloquei a terceira mola no teu sexo, sorri enquanto o fazia e examinava a reacção do teu corpo ao meu toque, à minha presença. Sorri sadicamente quando prendi a extremidade da terceira mola com a corrente ao peso´que já por ti puxava e acrescentei mais dois... Sim... A tensão provocada pelo peso fez-te gemer cada vez mais, o limiar da dor e prazer quase indistinto.
Segredei-te ao ouvido palavras que arrancariam uma bofetada a qualquer outra pessoa, mas não a ti... Tu gostas quando te trato assim, como se fosses nada, porque és nada quando não estou a teu lado, não existes, não sentes, és apenas uma sombra quando te ignoro.
Optei pela cera... Optei por deixar os meus instintos mais sanguinários afastados. Quero magoar-te mas sem sangue por esta vez. Não te quis para prazer carnal e sei que se visse uma das belas gotas escorrer-te pela pele, não iria resistir a essa parte animalesca e primitiva de mim.
Deixei as gotas quentes escorrer-te pela carne, deixei-as formar um estranho candelabro em conjunto com o teu corpo. Senti-te estremecer a cada gota e choramingar quando se tornou mais doloroso. Peguei-te no queixo, olhei-te nos olhos e foi suficiente.
Sabes que detesto exagero e sei quando te queixas mais do que realmente sofres...
Admirei o que criei e isso satisfez-me, foste o que esperava.
Soltei-te, tratei de ti, beijaste-me os pés e repousaste enquanto guardava os meus amados utensílios.
Observei-te uma vez mais...
No ar tranquilo do teu sono vi toda a inspiração que preciso.
Minha tela que crio e destruo a cada toque das minhas mãos.
Gostei :)
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